Qual a diferença da paixão aos 16 e aos 40?


Sentimento de paixão aos 16 anos ou aos 40 é exatamente o mesmo. O que muda é a forma de conduzi-lo advinda da maturidade Resposta: Estar apaixonada, seja em qualquer idade, faz com que nos sintamos vivos e diante de tal emoção não encontramos nenhuma diferença, mas ela se faz presente é na maneira que conduzimos tal paixão.

Com 16 anos não analisamos nossos sentimentos, apenas os sentimos. Mas aos 40, creio que já temos equilíbrio e maturidade emocional suficientes para saber o que poderá nos fazer feliz ou sofrer, pois como dizem, quando nos apaixonamos ficamos cegos e não percebemos muito bem o que fazemos, mas com a maturidade, ainda que apaixonada, você deve ter o respeito por si mesma e saber o que esse sentimento está representando em sua vida.

Claro que há pessoas que continuam iniciando relacionamentos destrutivos, sem futuro, repetindo assim os mesmos padrões de anos atrás, mas se isso acontece, provavelmente a pessoa não tem autoconhecimento, e por isso não consegue identificar mensagens inconscientes que sua psique (mente) está lhe transmitindo.

É maravilhoso estar apaixonada, porém o importante é saber como conduzir essa paixão para que se transforme em amor e assim tenha continuidade, caso seja isso que ambos queiram.

Conheça os galãs do cinema e da TV que já geraram sucessores biológicos


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Foto: GettyImages

Jeremy Irons e Max Irons

O filme “A Garota da Capa Vermelha”, atualmente em cartaz no Brasil, vem sendo uma grata surpresa para o público. Principalmente por incluir no elenco um nome quase inédito: Max Irons. Mas o sobrenome não é tão inédito assim – o jovem ator de 25 anos é filho do veterano Jeremy Irons.

Max surgiu no cinema em 2004, com apenas 19 anos. De lá para cá atuou em mais quatro filmes, incluindo uma ponta em “O Retrato de Dorian Gray” (2009). Graças a sua beleza, trabalhou também como modelo, em marcas como a Burberry e a Mango. Ele já desponta como um aprendiz de astro, capaz até de superar o pai em termos de popularidade e charme – mas talvez não no quesito talento dramático, já que Jeremy é um respeitado ator britânico, tendo estrelado filmes conceituados como “A Casa dos Espíritos” (93), “Perdas e Danos” (94) e “O Reverso da Foturna” (92, que lhe deu o Oscar de Melhor Ator).

Sucessões em Hollywood

Mas filhos de veteranos galãs no mundo do cinema não são exatamente uma novidade. Com o passar dos anos em Hollywood, muitos atores assistiram à entrada de seus filhos homens na indústria do cinema. Martin Sheen, por exemplo, gerou não apenas um, mas dois galãs.

Foto: GettyImages

Martin Sheen, Emilio Estevez e Charlie Sheen

O ator consagrado por filmes como “Apocalipse Now” (79), é pai de Emilio Estevez e Charlie Sheen. Emilio foi um projeto de jovem galã na década de 80, em filmes juvenis como “Clube dos Cinco” (85). Depois, foi noivo de Demi Moore – antes da atriz se envolver com Bruce Willis -, e nos anos 90 se dedicou à dirigir filmes. Atualmente atua esporadicamente, mas abandonou o posto de galã.

Já seu irmão mais novo dispensa apresentações. Charlie Sheen também foi galã jovem nos anos 80, ficou meio em baixa nos anos 90, mas voltou com força total na década de 2000, apoiado no espetacular sucesso da sitcom “Two and a Half Men”, que estreou em 2003. Graças ao seriado, Charlie tornou-se um astro definitivo nos EUA. E aproveitou para se divertir: passou a aprontar escândalos e problemas em hotéis e em sua própria casa. Mergulhou nas drogas, separou-se da esposa, Brooke Mueller, e acaba de romper com a equipe da sitcom. No momento, a posição de Charlie no cenário é de um conturbado galã às avessas.

Foto: GettyImages

Tom Hanks e Colin Hanks

Mais comportado é o sucessor de Tom Hanks. Colin Hanks tem 33 anos, e iniciou a carreira de ator aos 19, no filme “The Wonders” (96), dirigido pelo próprio pai. Passou a atuar com frequência no cinema, sempre de forma discreta e profissional, sem chamar muita atenção.

Cinema & Música

Mas talvez o próprio paizão Tom tenha mais uma chance de ver um galã avassalador para sucedê-lo no showbiz. Trata-se de Chet Haze, também seu filho, que recentemente virou notícia ao arriscar uma carreira de rapper – o rapaz de 21 anos gravou uma música, gerando certo burburinho na mídia. E ele chegou a fazer pontas em filmes, como “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008, de Steven Spielberg, grande amigo de Tom Hanks).

Foto: GettyImages

Mick Jagger e James Jagger

Enquanto Tom Hanks, veterano ator de Hollywood, vê o filho Chet buscando o mundo da música, o contrário acontece com Mick Jagger. O eterno roqueiro de quase 68 anos, líder dos Rolling Stones, assiste ao filho James Jagger ensaiando uma carreira de ator.

James nasceu em 1985, filho de Mick com a modelo Jerry Hall. O garoto herdou do pai os famosos lábios carnudos, e já trabalhou como modelo – profissão que abandonou -, produtor de cinema e ator. Nesta última, teve destaque ao atuar em uma cinebiografia do compositor clássico Vivaldi.

Apesar do sucesso na carreira de ator, talvez James acabe sendo um “galã do rock”, como seu pai. Ele lidera a banda Turbogeist, onde canta e toca guitarra, e ultimamente vem se dedicando mais ao universo musical.

Começando Cedo

Foto: GettyImages

Will Smith e Jaden Smith

Em Hollywood, vale tudo para não perder o posto de galã. Inclusive iniciar, bem cedo, os filhotes na carreira. Essa deve ser a premissa de Will Smith, que colocou o filho, Jaden Smith, para trabalhar com apenas oito anos. O garoto estreou em “À Procura da Felicidade” (2006), interpretando o filho do personagem de Will. Depois, Jaden atuou em mais alguns filmes, demarcando seu território com o sucesso milionário do remake “Karatê Kid” (2010).

Quem também já se preocupa com a sucessão no trono de Hollywood é Tom Cruise. Ou talvez a decisão de atuar tenha partido de seu filho, Connor Cruise. O garoto tem 16 anos, e estreou no cinema aos 13, interpretando Will Smith quando jovem, no filme “Sete Vidas”. Filho adotivo de Tom Cruise com Nicole Kidman, Connor prepara-se agora para um grande desafio – estrelar “Amanhecer Violento”, remake do clássico de 1984. Connor deve ficar com o papel que foi de Patrick Swayze no original.

Foto: GettyImages

Tom Cruise e Connor Cruise

Galãs Brasileiros

No Brasil, veteranos galãs também costumam gerar herdeiros. O caso mais bem-sucedido da atualidade é a dobradinha Fábio Jr.-Fiuk. O sucesso de Fiuk, à frente da banda Hori, e arriscando atuações na TV e no cinema, conseguiu até ressuscitar a carreira de Fábio Jr. – que andava um tanto desacreditado no cenário.

Foto: Marcio Nunes/TV Globo

Fiuk e Fábio Jr.

Pai e filho ganharam um programa na TV Globo no Natal de 2010 – “Tal Filho, Tal Pai”. A ideia de transformar o projeto em um seriado foi abandonada pela emissora, mas Fiuk e Fábio seguem estrelando juntos comerciais de TV e até cantando juntos – o filho subiu ao palco de um show do pai na sexta-feira (29/04), em São Paulo.

Um caso clássico no cenário brasileiro é o dos Tarcísios. À moda das famílias reais, até o nome eles dividem. Tarcísio Meira tem no filho Tarcísio Filho – gerado por Glória Menezes, e que antigamente era chamado de “Tarcisinho” – o sucessor ideal: grande semelhança física, e o mesmo estilo de interpretação.

Mas Tarcísio Filho sempre fugiu do estereótipo de “filho de Tarcísio”, e teria recusado o convite para interpretar João Coragem – papel imortalizado pelo pai em 1970 -, no remake da novela “Irmãos Coragem”(1995).

Foto: TV Globo/ João Miguel Júnior

Tarcísio Meira e Tarcísio Filho

Reginaldo Faria e Marcelo Faria seguem essa mesma linha. O veterano Reginaldo, hoje com 73 anos, tem uma carreira importante na TV e no cinema, inclusive como diretor. Galã de novelas como “Dancin’ Days” (78/79) e “Água Viva” (80), Reginaldo tem no filho Marcelo um herdeiro que já possui extensa carreira na TV.

Marcelo estreou timidamente aos 18 anos em “Top Model” (89/90), interpretando o surfista Elvis Presley, e não parou mais. Esteve em novelas importantes como “Celebridade” (03, onde foi o bombeiro Vladimir) e “Alma Gêmea” (06).

Foto: TV Globo

Reginaldo Faria e Marcelo Faria

Próximos Candidatos

Na disputa por um lugar ao sol no mundo dos galãs brasileiros, novos nomes começam a aparecer. Bruno Fagundes tem 21 anos e é filho de Mara Carvalho com um dos maiores galãs do Brasil – Antônio Fagundes. O jovem ator já atuou no cinema, no teatro e na TV – sua última aparição foi em “Negócio da China” (08).

Foto: TV Globo/Renato Rocha Miranda

Bruno Fagundes e Antônio Fagundes

Marcello Novaes, pai de Diogo Novaes – de 15 anos -, por sua vez, não incentiva a carreira do filho. O garoto atuou no especial “Por Toda Minha Vida” sobre o grupo Mamonas Assassinas, mais o pai famoso prefere que, por enquanto, o filho não siga a carreira artística.

E o próximo a entrar no ramo é Kenui, de 13 anos, filho de Kadu Moliterno. O menino fará uma participação no programa “Acampamento de Verão”, de Renato Aragão, na TV Globo, onde vai atuar e cantar uma música da banda Restart. Seu sonho? Participar do reality-show “American Idol”.

Façam suas apostas!

Fonte: http://gente.ig.com.br/filhos+de+peixe+a+segunda+geracao+dos+colirios+do+show+biz/n1300127319263.html

O enigmático sorriso de Kate Middleton


Com a emoção controlada e riso contido durante a cerimônia, a duquesa de Cambrigde parecia confiante ao entrar para a família real

Foi com sorriso contido, certamente treinado tantas vezes à frente do espelho, que Kate Middleton chegou à Abadia de Westminster na manhã desta sexta-feira (29). Assim como o riso, a emoção também estava sob controle: nenhuma lágrima foi derramada durante toda a cerimônia de casamento com o Príncipe William e por muitas vezes, a duquesa de Cambridge chegou a morder a lateral da boca, numa expressão enigmática.

Em poucas oportunidades Catherine deu uma risada mais espontânea. Nesses raros momentos, os sorrisos mais largos, emoldurados por suas características covinhas, foram direcionados ao noivo quando ela parecia se sentir confortável sob os milhares de olhares. Ela já provou que tem carisma como Diana, mas parece mais confiante do que a mãe de William se mostrou quando entrou para a família real 30 anos atrás.

“O vestido é exatamente igual ao meu”, diz Luciana Gimenez sobre Kate

A apresentadora Luciana Gimenez comentou no Twitter que o vestido de Kate Middleton no casamento com o príncipe William era igual ao seu.

“O vestido e exatamente igual ao meu”, escreveu em seu perfil.

Um seguidor da apresentadora comentou que a roupa “lembra” o dela. Gimenez conversou pela rede com o responsável pelo seu vestido: “Acho que não era tão bordadinho, mas bem parecido mesmo”, disse.

Luciana Gimenez é casada desde 2006 com um dos sócios da RedeTV!, Marcello de Carvalho.

Kate Middleton sobre seu casamento: “Tivemos um dia maravilhoso”

A mulher de Príncipe William falou a um fotógrafo logo após a cerimônia

Kate Middleton ficou satisfeita que não choveu na hora de seu casamento com o Príncipe William, nesta sexta-feira (29), em Londres. Segundo o jornal inglês “The Telegraph”, a Duquesa de Cambridge afirmou que estava “feliz que o tempo não mudou”, disse Kate, visto que as previsões nos dias anteriores indicavam chuvas.

O que as mulheres querem na cama?


“Como enlouquecer um homem na cama?” Durante muito tempo fizemos essa pergunta. Agora os tempos são outros e a mulher busca um olhar mais introspectivo: “o que me dá prazer?” Caminhamos um bocado, é verdade, e as barreiras mudaram com o tempo. Atualmente, a dificuldade maior parece ser verbalizar os próprios desejos, garante Carmita Abdo, psiquiatra especialista em medicina sexual e fundadora do programa de estudos em sexualidade da Universidade de São Paulo (USP). Ao Delas, Carmita fala sobre os anseios da mulher na cama e o posicionamento mais positivo do homem diante do prazer feminino, e alerta: “As pessoas estão fazendo sexo de massa”.

Foto: AmanaSalles – Fotoarena

Carmita Abdo: “Desejo sexual espontâneo em mulheres não é uma regra”

iG: Como as mulheres estão se comportando sexualmente?
Carmita Abdo:
Elas estão buscando mais o próprio prazer. Essa tendência, iniciada há 50 anos, está se instalando de forma tímida e gradual. Mas as novas gerações já iniciam a vida sexual sob essa perspectiva e não têm dúvida que o sexo pode ser prazeroso, dar satisfação e proporcionar maior intimidade e entendimento entre o casal. E os homens já valorizam o prazer feminino. Eles se sentem gratificados frente a uma mulher que demonstra gostar e apreciar o sexo. Assim, os homens buscam no prazer feminino uma complementação do seu.

iG: E a pergunta para a qual quase todos os homens querem a resposta: o que elas preferem na cama?
Carmita Abdo:
As mulheres gostam de preliminares envolvendo beijos, abraços, carícias nos seios e sexo oral. São coisas que significam intimidade quando se sentem atraídas pelo parceiro. E o interesse deles em agradá-las é surpreendentemente positivo. Já a penetração é um coroamento.

iG: Mas parece que elas ainda sentem que estão incomodando ao pedir coisas como sexo oral. Você concorda?
Carmita Abdo:
As mulheres ainda não estão confortáveis para receber prazer, isso é um processo que está mudando. Diferente do homem, ela não fica tão à vontade para solicitar sexo oral –
apreciar e poder alongar aquele momento. Elas têm um incômodo em relação a preliminares, e isso vem de ouvir os homens dizerem que a penetração é importante para eles. Fica para a mulher uma ideia de que tudo que o homem faz ativamente, como penetração oral, vaginal e anal, é interessante, mas outras ações, como fazer sexo oral, beijar e abraçar, são obrigações para ele. Por isso, às vezes, ela abre mão de aproveitar esses estímulos.

iG: Como a mulher enxerga a masturbação hoje em dia?
Carmita Abdo:
Pesquisas mostram que dois terços das mulheres nunca se tocaram ou se excitaram a partir do momento que entenderam o que é a masturbação. Elas se controlam diante desse impulso. Poucas aceitam essa situação como autoconhecimento e parte da sexualidade.

iG: Durante toda a vida mulheres recebem estímulos sexuais diferentes com relação aos homens. Isso interfere na relação com o próprio corpo?
Carmita Abdo:
Sim. Isso começa na educação e acaba a acompanhando por toda a vida. A mulher ainda é uma guardiã de si mesma, não se autoriza ao contato com a vagina. Um exemplo disso é a rejeição aos contraceptivos como anéis vaginais e camisinhas femininas. Mesmo os absorventes internos, elas usam quando vão para a piscina, e só. Preferem os externos.

iG: Fantasias e fetiches: as que se permitem explorar isso também são minoria?
Carmita Abdo:
Explicitar esses desejos ainda soa agressivo para grande parte das mulheres. Aquelas que fantasiam e acham que isso faz parte do ato sexual não passam de 15%. Os homens têm facilidade de fantasiar, eles têm sonhos e projetos sexuais que gostariam de executar. Já elas vivem de forma mais presencial, de acordo com o estímulo que é colocado no momento. Mesmo sabendo de algo que lhe dará prazer, nem sempre ela comunica, principalmente para proteger o parceiro e não abater a autoconfiança dele. Mas, normalmente, quando as mulheres propõem para o homem situações diferentes, eles agradecem porque sabem o que fazer para dar prazer.

Foto: Amana Salles

Para a psiquiatra, o sexo deixou de ser visto como algo sujo, mas também passou a ser visto como algo banal

iG: E com o que as mulheres fantasiam?
Carmita Abdo:
Existe a fantasia de se relacionar com dois homens ao mesmo tempo, que é a mais comentada. Mas elas querem principalmente exercitar sua sedução. Imaginam fazer sexo sem ter uma participação tão ativa, como em um striptease, e ser objeto do vouyerismo masculino. Ser desejada e observada é excitante para a mulher.

iG: Então podemos dizer que se sentir desejada é algo importante no sexo para elas?
Carmita Abdo:
Sim, e às vezes é só isso. A mulher que seduz nem sempre quer o prazer sexual, ela pode querer o prazer da conquista. Algumas se apresentam atraentes e sensuais, mobilizam desejo, mas depois da conquista elas se transformam em alguém nada interessante e estimulante, sem desembaraço na cama. Inspiram e transpiram sexo, mas não correspondem na prática.

iG: Hoje elas falam mais sobre suas performances, os meios de comunicação voltados para as mulheres abordam com frequência temas como orgasmo. Se por um lado a busca pelo prazer é positiva para a mulher, será que também não aumentaria a cobrança e a tensão na hora do sexo?
Carmita Abdo:
Isso é motivo de pesquisa hoje. Há dez anos já consideramos cientificamente que o ciclo da resposta sexual da mulher é diferente do homem. Eles têm desejo, excitação, orgasmo e resolução, mas elas nem sempre iniciam o sexo desejando. Desejo sexual espontâneo em mulheres não é uma regra. Ela tem isso nos relacionamentos recentes e reatamentos, aí sim ela quer sexo, pensa em sexo e busca o sexo de uma forma proativa. Nos relacionamentos mais longos ela tem um desejo em resposta aos estímulos, precisa ser provocada. E as mulheres também não necessariamente precisam do orgasmo para fechar seu ciclo. Muitas se satisfazem com a excitação e o encontro sexual: abrem mão do orgasmo porque naquele momento não é uma prioridade.

iG: Algumas mulheres dizem, em alguns momentos da vida, querer sexo e nada mais. De maneira geral, elas conseguem lidar com isso com clareza ou ainda têm dificuldade para fazer essa escolha?
Carmita Abdo:
A mulher realmente se preocupa em não parecer vulgar, muito livre ou exageradamente proativa sexualmente. Existe, sim, no coletivo feminino, a ideia de que o sexo é um elemento por meio do qual ela se liga ao homem e, guardadas as devidas proporções, existe uma expectativa de constituir uma família com um parceiro estável. O sexo pelo sexo é algo que a menina pratica no início da vida sexual. Existe um interesse de conhecer vários homens, comparar, avaliar sua capacidade de sedução. Conforme a mulher se aproxima da terceira década da vida, quando costumam acontecer os casamentos, o sexo pelo sexo tende a se tornar insuficiente, insatisfatório. Depois ela costuma estabelecer uma relação na qual não é o sexo que leva à eleição daquele parceiro. Ela busca nele outras qualidades.

iG: E quais qualidades a mulher busca no parceiro?
Carmita Abdo:
Na fase da iniciação sexual ela busca um homem bonito, charmoso, competente e sedutor. A partir do momento que começa a pensar em uma parceria estável, é mais importante que ele seja uma pessoa com quem ela consiga ter uma convivência agradável e positiva. Se ele puder ser bonito, charmoso e sexualmente competente, ótimo!

iG: O que ela exige dele na cama?
Carmita Abdo:
Para ela é fundamental que ele seja eficiente, algo que está se tornando complexo porque os casais hoje se encontram e já começam a fazer sexo. Assim, eles têm que quebrar uma série de barreiras rapidamente que antes se quebravam ao longo do tempo. Ambos têm que estar dispostos a transar sem ter tanta intimidade ou saber muito sobre o outro. Assim dá até para entender porque tantos homens recorrem a medicamentos para garantir a ereção, já que não sabem se vão ficar realmente interessados ao longo do processo.

iG: Um homem fica constrangido quando falha, perde a ereção ou ejacula rápido demais. Mas as mulheres parecem levar esse fardo com elas também. Será que elas sabem lidar com esses momentos?
Carmita Abdo:
Muitos rapazes chegam ao consultório surpresos com uma avaliação negativa que tiveram. Alguma mulher teve o bom senso de dizer que ele era um ejaculador precoce – e ele sempre achou que estava tudo bem porque ninguém tinha reclamado antes. Quando o homem falha existe todo tipo de reação: mulheres que ficam irritadas, que fingem não perceber, algumas tentam ajudar, tem também as que não falam nada e não querem mais vê-lo e até aquelas que se sentem culpadas e querem uma “nova chance”.

iG: A mulher parece estar bastante exigente. Ela tem que ter prazer, o parceiro tem que ter um bom desempenho…
Carmita Abdo:
A mulher exige de si uma disponibilidade para o sexo que não é real. Ela acha que se esperar demais vai perder a oportunidade de estar com aquele parceiro. Hoje o sexo está incorporado no processo de conhecer as pessoas. E mesmo antes de saber o que um homem faz, gosta ou pensa, ela já se disponibiliza sexualmente. E como o sexo muitas vezes vem antes de tudo, é compreensível que ela seja mais exigente. A grande transformação que o sexo viveu nos últimos anos é que ele deixou de ser visto como algo sujo, mas passou a ser visto como algo banal.

iG: Para um futuro próximo, será que podemos esperar uma mulher mais atenta para esse tempo sexual? Um movimento que equilibre essa banalização? Não por moralismo, mas por querer ter de volta esse envolvimento anterior com os homens?
Carmita Abdo:
Esse movimento existe na sociologia, de abertura e fechamento. Mas eu acho ótimo que as pessoas vivam hoje o sexo de uma forma mais livre e menos hipócrita, que se possa falar e exercer a sexualidade. O problema é que as pessoas não estão se consultando sobre o sexo que querem fazer. As pessoas estão fazendo sexo de massa.

iG: Sexo de massa?
Carmita Abdo:
Sim. Sexo no qual existe um roteiro que você deve seguir, uma prática que está disseminada e padronizada. É como um movimento de adolescente, quando as pessoas que se vestem igual, gostam das mesmas coisas, fazem as mesmas coisas. E elas também fazem sexo de uma forma homogênea.

 

 

Fonte: http://delas.ig.com.br/amoresexo/o+que+as+mulheres+querem+na+cama/n1238131414723.html

Feliz dia Internacional da Mulher!


Somos o sexo belo.

Não precisamos usar gravatas.

Sentar de pernas cruzadas não dói.

Se resolvermos exercer profissões predominantes masculinas, somos pioneiras, eles bichas.

Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, mas nossa aparência é melhor.

Se matarmos alguém, e provarmos que foi na TPM, é atenuante.

Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço, mesmo com 6 bilhões de neurónios a menos.

Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.

Sempre sabemos onde estão as meias. – Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas.

Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias. – Somos nós que decidimos quanto à reprodução.

Sentimos o bebé mexendo.

Amamentamos.

Temos 4 meses de licença maternidade. – Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.

Somos a estrela no casamento. – Alguém já ouviu falar em “muso” inspirador?

Vivemos mais. Somos mais resistentes à dor e às infecções.

Podemos dormir com uma amiga sem ser chamada de lésbica.

Namorado de amiga nossa para nós, é homem. – Não investigamos barulhos suspeitos à noite.

Somos mais sensíveis.

Temos um dia internacional. – E por último, fazemos tudo que um homem faz, e de salto alto! MARAVILHA!!!

Feliz dia Internacional da Mulher!

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por “Pão e Paz” – por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.

Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.

Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo

O QUE É SECURA VAGINAL


EFEITO DRÁSTICO – AS MUDANÇAS NA VAGINA APÓS A MENOPAUSA

A vagina muda depois da menopausa além de ficar mais seca e com o PH mais básico. Parece menor, dizem algumas mulheres. De fato ela diminui de tamanho porque os tecidos da região perdem espessura. Na vulva, os lábios vaginais ficam menos carnudos. Leva um tempo para tudo isso acontecer após a menopausa, em média de cinco anos dependendo do estilo de vida de cada mulher. A prática da masturbação e do orgasmo e exercícios pélvicos diários, além de boa alimentação, prolongam seguramente esse tempo. Quanto mais atividade e estímulo na região maior a irrigação sanguínea e a vitalidade dos tecidos. A mulher não perde a capacidade de lubrificação com a menopausa, mas é mais lento o processo e depende da manipulação ou sexo oral para manifestar-se. A nova fase exige longas e boas preliminares.

INSÔNIA


Os médicos definem a insônia como um distúrbio psíquico-fisiológico, que tem origem em algum desequilíbrio hormonal ou orgânico associado, na maioria dos casos, a problemas de fundo emocional como ansiedade, fobias, separações e perdas, ou preocupações materiais como o desemprego e a falta de dinheiro. O problema predomina entre o sexo feminino, independentemente da idade, informa o médico José Renato Felix Bauab, pesquisador do departamento de neurologia da Universidade Federal Paulista (Unifesp) e chefe do laboratório de sono do hospital São Camilo. Calcula-se que a proporção de mulheres com o problema pode chegar a ser 30% maior do que a de homens.

A tendência à insônia aumenta naturalmente, com o passar do tempo, especialmente na fase do climatério, em que o desequilíbrio hormonal torna as mulheres vulneráveis à depressão ou aos suores e fogachos bem como a problemas urinários. E não só. Bauab lembra de um estudo recente, feito na Finlândia, que observou a ação dos estrogênios sobre o centro regulador do sono. “Esses hormônios atuam sobre o relógio biológico da mulher e podem alterá-lo quando entram em desequilíbrio”, diz o neurologista. É importante estar atento a esta possibilidade: “Um dos ritmos mais suscetíveis a desregular no ser humano é o sono e se a pessoa não toma providência, a insônia eventual pode transformar-se em crônica. É o que nós chamamos de insônia aprendida e perpetuada.”

Para evitar que a insônia se torne crônica os médicos recomendam aos pacientes, antes de mais nada, fazer a higiene do sono, cujos procedimento são descritos abaixo. Técnicas de relaxamento, meditação e yoga ou a prática diária de exercícios físicos são fundamentais para prevenir as alterações de humor e promover o bem estar e o sono. Os casos de ansiedade leve, típicos do climatério, que dificultam pegar no sono podem ainda ser resolvidos com o uso de calmantes naturais, fitoterápicos, como as ervas passiflora, valeriana, melissa e avenna sattiva. O neurologista Felix Bauab inclui nessa categoria o uso esporádico de medicamentos para dormir à base de substâncias derivadas do diazepan como o cloxazolan (o nome comercial é Olcadyl) “O ideal é utilizar remédios para dormir uma vez ou outra e mesmo assim, de formulações mais leves, com menor potencial de causar dependência”, diz Bauab, ao esclarecer que os medicamentos tradicionais benzodiazepínicos, os populares soníferos, não são mais receitados para a insônia típica do climatério, que se repete com certa freqüência. Eles são hoje indicados para os casos de insônia aguda (esporádica) ou nos distúrbios crônicos de impercepção do sono, por exemplo, em que o cérebro da pessoa não tem capacidade de perceber o estado de sono e só consegue dormir com sonífero. Diante de um quadro de ansiedade mais intenso, em que a insônia parece caminhar para tornar-se crônica, o neurologista considera ainda a indicação de um tratamento psicoterapêutico e o uso de anti-depressivos.

HIGIENE DO SONO

A higiene do sono deve ser incorporada ao dia-a-dia, independente de qual seja a opção de tratamento. É uma terapia sem medicação que vale para todas as pessoas, diz Bauab. Eis suas recomendações:

* Fazer a última refeição até as oito horas da noite.
* Preferir pratos leves de fácil digestão.
* Evitar atividade física depois das seis da tarde. O exercício depois desse horário desregula o relógio biológico.
* Pessoas mais notívagas devem deixar a casa ou o ambiente onde estiver na penumra.
* A luz reduzida avisa o cérebro para secretar melatonina, o hormônio do sono.
* Dedique-se a atividades agradáveis como ouvir música ou ver um programa na TV, mas fora do quarto de dormir.
* Procure relaxar o corpo em uma poltrona confortável enquanto o sono não vem, vestida com roupa de dormir. Mas só vá para a cama quando tiver sono, realmente.

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